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29/10/2010
Tem a coragem
necessária para nos desvendar qual o seu maior tesouro? Duvidamos que perca o seu tempo a pensar nisso.


publicado por projectcyrano às 15:13
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Mais um fim-de-semana
de chuva, que não tem, necessariamente, de ser TRISTE. Muito pelo contrário. Comece já a sonhar com a noite de Natal. Os doces. As músicas. As prendas. Os sorrisos. O frio. A lareira acesa. Os abraços. Se quiser oferecer emoções, estamos AQUI. Somos da opinião de que mais vale A prenda do que muitas prendas que amanhã serão nada.


publicado por projectcyrano às 13:53
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28/10/2010
Mel desses olhos luz
TREM DAS CORES


A franja na encosta
Cor de laranja
Capim rosa chá
O mel desses olhos luz
Mel de cor ímpar
O ouro ainda não bem verde da serra
A prata do trem
A lua e a estrela
Anel de turquesa
Os átomos todos dançam
Madruga
Reluz neblina
Crianças cor de romã
Entram no vagão
O oliva da nuvem chumbo
Ficando
Pra trás da manhã
E a seda azul do papel
Que envolve a maçã
As casas tão verde e rosa
Que vão passando ao nos ver passar
Os dois lados da janela
E aquela num tom de azul
Quase inexistente, azul que não há
Azul que é pura memória de algum lugar
Teu cabelo preto
Explícito objeto
Castanhos lábios
Ou pra ser exato
Lábios cor de açaí
E aqui, trem das cores
Sábios projetos:
Tocar na central
E o céu de um azul
Celeste celestial

Caetano Veloso


publicado por projectcyrano às 13:06
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Para tudo na vida

É preciso fé. Em nós, nos outros, na estranha e grandiosa capacidade de as coisas más se transformarem em renovações. Quem sabe esta sala chamada Portugal que agora parece confinada a mofo e suor, se transforma naquele espaço por onde toda a luz do Universo vai entrar? Também está nas nossas mãos empreender. Provar aos outros e a nós em particular que todos vamos melhorar como seres humanos. E agarrar de uma vez aquele balão que, durante anos, andou a fugir-nos das mãos. Prosperar como indivíduos é algo que nenhuma entidade pode fazer por nós. Trabalhe, sorria, ponha os olhos em quem precisa de si e estenda-lhes a mão, sejam vizinhos amigos, desconhecidos, moribundos ou mendigos. A História há-de transformar este pesadelo em algo memorável.


publicado por projectcyrano às 10:56
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27/10/2010
Natal
Acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Era gente a correr pela música acima.
Uma onda uma festa. Palavras a saltar.
Eram carpas ou mãos. Um soluço uma rima.
Guitarras guitarras. Ou talvez mar.
E acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Na tua boca. No teu rosto. No teu corpo acontecia.
No teu ritmo nos teus ritos.
No teu sono nos teus gestos. (Liturgia liturgia).
Nos teus gritos. Nos teus olhos quase aflitos.
E nos silêncios infinitos. Na tua noite e no teu dia.
No teu sol acontecia.
Era um sopro. Era um salmo. (Nostalgia nostalgia).
Todo o tempo num só tempo: andamento
de poesia. Era um susto. Ou sobressalto. E acontecia.
Na cidade lavada pela chuva. Em cada curva
acontecia. E em cada acaso. Como um pouco de água turva
na cidade agitada pelo vento.
Natal Natal (diziam). E acontecia.
Como se fosse na palavra a rosa brava
acontecia. E era Dezembro que floria.
Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava.
E era na lava a rosa e a palavra.
Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia.
 

Manuel Alegre



* Temos trabalhado a um ritmo alucinante para lhe poder fazer uma surpresa. Pode ainda encomendar mais um conto infantil para oferecer no Natal.  Seja o primeiro!


publicado por projectcyrano às 14:58
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26/10/2010
Não se perca
Clique AQUI para recordar os nossos serviços e contacte-nos através do mail projectcyrano@gmail.com. Não se esqueça que acrescentámos à nossa lista de ofertas o serviço vídeo artístico ou formal para homenagens, biografias e cobertura de eventos (casamentos, baptizados e outros de cariz institucional). 


publicado por projectcyrano às 12:42
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Tem a certeza

de que não há beleza no tempo frio?


publicado por projectcyrano às 12:32
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25/10/2010
Temos tanta pressa
Mas para onde queremos ir? Há quanto tempo não ouvimos os nossos apelos interiores? Aquela voz que já não escutamos porque andamos sempre a correr para lado algum, mesmo quanto estamos parados no sofá, a branquear a nossa mente olhando para algum programa televisivo deprimente? À espera do amanhã, do depois de amanhã, à espera da vida ideal, do fim-de-semana seguinte, das sextas- feiras à tarde, da estabilidade financeira, da igualdade material. Do dia em que teremos a nossa casa e o nosso cão, as nossas férias anuais e o nosso almoço de Domingo no restaurante? Há quanto tempo não se senta num jardim, sozinho, a ver as folhas cair? A descascar uma romã? A adivinhar para onde vai aquele casal de ar feliz? A ouvir o sussurro da água corrente. Quando foi a última vez que esteve despreocupado? Que não teve medo? Que chorou com uma música? Que falou com uma planta? Que apreciou com vagar a sua cama feita de lavado, as cores da salada, o cheiro de um prato de infância. Para onde quer ir? Porque não fica aqui, apenas neste dia presente, neste minuto preciso em que lê estas palavras? Vai para algum lado? Porque não se aquieta em vez de se inquietar? Porque não faz, durante este dia, coisas que o façam sentir-se bem? Falar com um amigo ausente, resolver um problema pendente, correr junto da Natureza até ensopar o seu fato de treino com o stress dos dias? Porque não chora alto? Porque não diz o que lhe vai na alma? Porque não abre as janelas da sua casa? Há quanto tempo não passa um dia sem se lembrar de dinheiro, de contas, de afazeres que adia? Por mais que nos organizemos, na rectidão obsessiva da nossa agenda e das nossas rotinas, nada na nossa cabeça anda organizado. Há excesso de informação, de estímulos, de coisas. De objectivos que teimamos em perseguir sem que saibamos se eles nos trarão serenidade. Há mágoas por resolver, lixo emocional.  Quando nos obrigaremos a parar? A cultivar as nossas amizades, em espírito de entrega, sem querer a admiração do mundo inteiro? Diga-nos sinceramente: há quanto tempo não respira? Há quanto tempo não perdoa? Desde quando passou a sentir esse nó na garganta, esse peso no peito, essas intermináveis dores de cabeça? Para onde quer ir, realmente, a não ser ao fundo de si mesmo?


publicado por projectcyrano às 11:08
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22/10/2010
Encantamentos
Nada nos encanta mais do que a palavra. A palavra chorada, inventada, doída, a palavra feliz, entusiasmada, sentida. Dita, escrita, ordenada ou inspirada para que se transforme em beleza e criação. Todos somos feitos de palavras, as nossas pontes seguras para entendermos o mundo e o transformarmos. Por elas também nos perdemos e enganamos. Mas a palavra tem poder e magia. É através dela que se ama e se diz adeus na despedida. É com ela que dizemos amo-te e não te quero mais. A palavra cura. Na música, nos poemas, no som do apelo meu filho com que nos chama a nossa mãe. A palavra faz-nos ser. Dá-nos colo, se lhe reconhecermos a voz e a cadência, a suavidade e o cheiro.  Eterniza-nos. Conta-nos a história de outros sobreviventes antes de nós. Seduz-nos e inspira-nos a ser melhores. Com ela se embriagam multidões. Também podem enganar tolos, impulsionar ideias, aproximar inimigos, consolidar amores e desamores. O Projecto Cyrano regista-a no papel e trá-la à vida. Fá-la sua. A sua história. O seu tesouro.  


publicado por projectcyrano às 13:58
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21/10/2010
Inspire-se
Pediram-nos que fizéssemos um especial/reportagem sobre um noivado. A ideia é fazer a história dos noivos, com entrevistas aos pais, irmão, amigos e outros familiares, e oferecer jornais em vez da tradicional recordação de casamento. Este modelo será em Preto e Branco a imitar o clássico. Por conta própria, haverá um ardina a entregá-los no dia da cerimónia. Paralelamente, os noivos querem um "documentário" para passar no dia do casamento, com testemunhos e música. Inspire-se. Peça-nos preços e abrilhante o dia mais importante da sua vida.

 


publicado por projectcyrano às 15:37
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A marca Projecto Cyrano está registada no INPI desde Dezembro de 2010.
os nossos livros

O Casamento do Drgão

Um conto medieval para dois irmãos


Amor em Africa

Um amor para sempre


João e Benjamim

Conto para um avô


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Para ti, João Pedro

Prenda para um filho


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Povo pequenino

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O primeiro conto escrito pelo Projecto Cyrano


Um blog de amor

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Em nome do amor

Trinta páginas mais dez de fotos